segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Desencontro


Como entender duas retas paralelas era a questão!
Retas paralelas são iguais...
Têm uma origem e um fim no infinito...
Mas nunca se encontram...
Nunca se cruzam...
Nunca formam laço...

Será que um dia ele terá aquele abraço?

Incrível ele ter se identificado assim com alguém
Mesmo vendo nela o espelho de suas ações
Mesmo assim, as ações dela eram contrárias as suas
Que em vez de aproximá-los os distanciava
A ponto de deixar nele só a lembrança
Mas que vida sem esperança...

E a saudade de tê-la se transforma na dor da ausência
Que passava a proucurar sem achar

No fim de tudo ele saberia...

Passar por isso era a sua penitência

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